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"E me pego sorrindo, sozinha. E me pego nem aí para todo o resto."

Tati Bernardi
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Que Deus lhe dê: Para cada tempestade,
um arco íris. Para cada lágrima, um sorriso.
Para cada cuidado, uma promessa.
E uma bênção para cada provação. Que para
cada problema, a vida lhe traga
alguém fiel com quem dividi-lo. Para cada
olhar, uma doce canção. E, para
sua oração, uma grande resposta.


Postado em 10 de Fevereiro - -

Um dia eu te amei. E por te amar engoli canivetes pra compreender seu desamor. Um dia eu acreditei que, no fim do amor, as conversar serviriam pra que o amor se mantivesse, mesmo que não mais no corpo a corpo. Um dia eu percebi que não… Que teu amor por mim era mentira. Que teu amor por mim era teu ego. E eu… Eu quero das relações suco de fruta, flor no jardim. Quero olhos nos olhos, tatuagem. Não quero mais esterco.


Postado em 4 de Fevereiro - -

Papo pro analista:

Eu mesma me machuco pra eu mesma me curar.

Eu ando por aí aumentando o volume de tudo. Aumento o volume do frio, da fome, do sono, da dor, da saudade, da sujeira no pé, da roupa furada, da cama desfeita, da louça na pia, da geladeira vazia, da toalha molhada, das lâmpadas queimadas. 
Aumento o volume que é pra criar uma espécie de dimmer da minha própia vida. Como se eu pudesse amplificar tudo o que me espeta pra, depois, eu mesma diminuir. Como se, aumentando tudo, eu criasse, automaticamente, o controle de reduzir o ruído que alfineta em mim.
É, eu sei. É uma pequena ilusão de poder que eu criei para me sentir um pouco rei de tudo que me machuca. 
Se você me machuca, eu arrebetendo a ferida, a estico por todos os cantos, jogo pimenta e belisco a carne com alicate sem fio. Depois eu cuido de fazer as suturas e acredito estar cuidando de um estrago que eu mesma orquestrei. Às vezes, por falta do que cuidar, nesse meu vício de auto-tortura, me ponho a te machucar, gratuitamente, para que talhos e fraturas expostas se abram em mim como faz um terremoto ao rasgar o chão do mundo. E depois, talhos e fraturas expostas, o deleite de remendar, ritualísticamente, cada um deles. 
Desde muito pequena, eu mesma me torturo para eu mesma de curar.
Me torturo pra fazer canções; me torturo pra chorar e combinar com uma noite de chuva; me torturo pra me consolar; me torturo para eu ser - e mais ninguém - o carrasco a me maltratar.
Me torturo pra ninguém me machucar. 
E pra ninguém vir me curar.
Faço tudo sozinha. 
Sofro tudo sozinha.
Conforto tudo sozinha.

Mas, hoje, eu me pergunto: e esse carrasco que eu cuidei de criar pendurado em mim? Eu que tenho ele ou é ele que me tem? Dá jeito da gente se desgrudar?

Ana L.


Postado em 15 de Janeiro - -

Todo amor, toda parceria profissional, toda amizade, começa com um passeio. Um passeio pelo outro, um passeio de olhares, um passeio por novas idéias, e também um passeio na pracinha, com sorvete, se possível. Quem diz não pra um passeio diz não pra si mesmo. Quem diz não pra um passeio perde o melhor da vida: a leveza.

Léo Fressato.


Postado em 15 de Janeiro - -

sempre que eu pude eu fui arts
mas nem sempre eu pude ir atrás
sempre que eu pude eu me cuidei
mas nem sempre eu pude me cuidar
sempre que eu pude eu fui além
mas nem sempre eu pude ir além
sempre que eu pude me apaixonei
mas nem sempre eu pude me apaixonar
sempre que eu pude eu fui fiel
mas nem sempre eu pude ser fiel
sempre que eu pude descansei
mas nem sempre eu pude descansar
sempre que eu pude eu politizei
mas nem sempre eu pude politizar
sempre que eu pude eu ajudei
mas nem sempre eu pude ajudar
sempre que eu pude eu militei
mas nem sempre eu pude militar
sempre que eu pude eu cantei
mas nem sempre pude cantar
sempre que eu pude eu esqueci
mas nem sempre eu pude esquecer
sempre que eu pue eu me curei
mas sempre eu pude me curar
sempre que eu pude eu terminei
mas nem sempre eu pude terminar

nem sempre eu pude e a lista é grande
espero de mim que não se repita
as coisas que posso mas não faço
por descaso por um novo passo
ou por birra de não dar espaço
ao que eu posso até fazer
mas não faço.

Ana L.


Postado em 7 de Janeiro - -


Postado em 30 de Dezembro - 3276 Notes - Via Source

“Ela é boba, ri de tudo e faz palhaçada. Ela sabe ser seria, fria e grossa. Ela é romântica, sentimental e se apega muito fácil. Ela se apaixona por sorrisos, gosta de abraços apertados e de andar de mão dada. Ela gosta de gente que a valoriza, gosta de se sentir importante e mais ainda quando é mimada. Ela ama fazer carinho, mexer no cabelo dos outros e de “morder” as pessoas que gosta. Ela é uma garota difícil de lidar, está cada hora de um jeito e é péssima em demonstrar o que sente. Ela se importa,tem medo de perder e sente muito ciúmes. Ela é um doce de menina, mas não a machuque pois esta pode ficar amarga.”


Postado em 30 de Dezembro - -

“E ficamos nesse de vai-não-volta, nessa indecisão de uma certeza, de uma negação de uma vontade. Eu te amo e você me ama, mas o nosso amor não é o suficiente para nos unir. Precisamos de algo que ainda não temos, e talvez nunca venhamos a ter. Preciso ser minha antes de ser sua, e você precisa ser seu antes de ser meu. Somos tão diferentes, mas tão completos quando estamos um ao lado do outro. Poderíamos ser tão felizes, poderíamos ser tão amor. Mas, simplesmente, hoje somos apenas distantes.”

→ Tati Bernardi.


Postado em 30 de Dezembro - -


Postado em 29 de Dezembro - 268 Notes - Via Source


Postado em 28 de Dezembro - 27983 Notes - Via Source